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Facebook compra a plataforma de imagens GIF animadas Giphy por $ 400 milhões

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O Facebook concordou em comprar o Giphy, a popular plataforma de hospedagem de imagens GIF animados mais populares da Internet.

Há sete anos, o Facebook alegou não apoiar a nova ferramenta de comunicação favorita do século XXI, o GIF animado. Ah! como os tempos mudaram: hoje, a mais nova aquisição do Facebook é um dos sites de hospedagem GIF mais populares da Internet.

Facebook está fazendo Giphy parte da equipe do Instagram, informou a empresa hoje. A Axios, que foi a primeira a relatar a transação, disse que o acordo foi avaliado em cerca de US $400 milhões.

Giphy foi, de fato, o primeiro serviço a fazer imagens animadas funcionarem no Facebook. Ele criou uma solução alternativa em 2013, quando a postura oficial agora risível do Facebook era: “O Facebook não suporta GIFs animados”.

Embora imagens animadas de reação possam parecer irrelevantes no grande esquema das coisas, é provável que o acordo atraia uma quantidade significativa de reguladores federais. O Departamento de Justiça, o Congresso e a Comissão Federal de Comércio já estão investigando até as aquisições menores e de menor valor que as empresas de Big Tech, como o Facebook, fizeram na última década, vasculhando-as em busca de padrões de comportamento anti concorrencial.

Giphy não é de forma alguma a única plataforma de busca e hospedagem de GIFs na Internet, mas é uma das maiores. Várias outras plataformas, incluindo o Twitter, usam a sua API para suporte a GIF.

Tanto o Facebook quanto Giphy prometeram que o acesso continuará. No seu anúncio, Giphy disse especificamente: “Para os nossos parceiros e desenvolvedores de API / SDK: os GIFs, adesivos, emojis, etc. da GIPHY não estão indo a lugar algum. Continuaremos a disponibilizar GIPHY abertamente para o ecossistema em geral”.

O Facebook concordou em comprar o Giphy, a popular plataforma de imagens compartilháveis. O valor total da transação é de cerca de US $400 milhões.

TENDÊNCIAS DA TECNOLOGIA 2020

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As tendências em inovação em 2020: está preparado para o ‘grande salto tecnológico’?

Os progressos em termos de tecnologia acontecem numa velocidade vertiginosa. Espera-se que 2020 seja o ano do denominado grande salto tecnológico. As indústrias se preparam com rapidez para entrar em uma nova era onde os robôs, a Internet das Coisas (IoT) e outras tendências em inovação serão os protagonistas dos nossos dias.

Há apenas cinco anos a multinacional Cisco, uma das grandes empresas norte-americanas de telecomunicações, vaticinou que em 2020 haveria mais pessoas no mundo com celular do que com acesso à eletricidade e água potável. Atualmente 67% da população mundial utiliza estes dispositivos, segundo dados da GSMA Intelligence, entidade organizadora do Mobile World Congress (MWC), e a tecnologia do futuro via estes objetos nos espera na volta da esquina.

AS PRINCIPAIS TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS (TIC) EM 2020

O calendário tecnológico do século XXI terá um ano-chave: 2020. A empresa de consultoria Gartner, especializada em tecnologias da informação e da comunicação (TIC), previu para os próximos meses a chegada de alguns dos progressos em (inovação) mais esperados da última década, conforme o seu relatório Top 10 Strategic Technology Trends for 2020.

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A MOZWEB lança o Plano de Alojamento Web Mais barato de Moçambique

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A MOZWEB lança um novo plano de Alojamento (web) partilhado, denominado (MIN) Em que consiste na criação de Domínios (individuais empresariais), Alojamentos de Sites, a um preço super barato no mercado Nacional e internacional.

A Plataforma veio para facilitar no sentido concessivo com uma nova imagem, e com uma apresentação mais dinâmica e intuitiva, esta reformulação vai para além do elemento visual.

Em destaque, estão os novos conteúdos, que pretendem dar a conhecer uma vertente mais pessoal dos clientes, ao mesmo tempo, apresentar aos utilizadores, informações mais completas e relevantes acerca dos seus serviços.

De acordo com Technews, a MOZWEB acaba lançar o servidor mais barato, actualmente que existe no território Moçambicano.

PREÇO ALOJAMENTO MINI

  • 3 GB Armazenamento
  • Tráfego Ilimitado
  • 5 Base de Dados MySQL
  • 5 Contas de Endereços eletrónicos
  • 5 Sub-Domínios
  • Certificado SSL Grátis

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Airbnb proíbe festas em alojamentos em todo o mundo

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“As festas são proibidas em alojamentos em todo o mundo para todas as futuras reservas, e não podem ser alojadas mais de 16 pessoas ao mesmo tempo, em qualquer alojamento”, informou a Airbnb

A plataforma online de arrendamento temporário Airbnb anunciou esta quinta-feira a decisão de proibir por tempo indeterminado a realização de festas nos alojamentos que gere em todo o mundo e estipulou uma ocupação máxima de 16 hóspedes por espaço.

Estas medidas, diz, têm como objetivo promover a saúde pública e as viagens responsáveis, apoiando medidas de saúde de distanciamento social, em contexto de pandemia de covid-19.

A proibição vai permanecer em vigor por tempo indeterminado, esclarece.

Já a medida que estipula a ocupação máxima de 16 pessoas aplica-se principalmente a grandes espaços que têm sido publicitados até agora com capacidade para mais do que aquele número de pessoas.

Porém, “a Airbnb está atualmente a estudar a possibilidade de gerar um processo de exceção para estabelecimentos hoteleiros especializados e tradicionais (tais como (hotéis) boutique)”, adianta.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 787,918 mortos e infetou mais de 22,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal morreram 1,788 pessoas das 54,992 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Evento online vai debater tecnologia, inovação e empreendedorismo com participantes de 15 países

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Hacking Rio Talks acontece entre os dias 19 e 21 de agosto, com transmissão pelo YouTube, e contará com a participação de grandes nomes do cenário global.

Um evento online vai reunir esta, semanas 135 palestrantes, de mais de 15 países, oferecendo cerca de 35 horas de conteúdo sobre tecnologia, inovação e empreendedorismo. Na sua terceira edição, o Hacking Rio Talks acontece entre 19 e 21 de agosto, desta vez 100% online e gratuito.

Diante da pandemia, o evento, que reunia centenas de pessoas nas edições presenciais, se une a outros quatro eventos sobre os mesmos temas, promovendo uma semana inteira de debates. São eles:

  • Rio Summit – congresso de palestras sobre inovação, novas tecnologias, transformação digital e empreendedorismo.
  • Fórum Internacional de Tecnologia e Inovação (FITI), que oferece painéis com especialistas, empresários, pesquisadores e investidores, além de uma rodada de negócios.
  • Expo Tech – exposição interativa de novas tecnologias de diferentes áreas do conhecimento, como reconhecimento facial, IoT, IA e Big Data.
  • Prévia do Rio Hackathon – maratona de programadores, desenvolvedores, designers, empreendedores, mentores, pesquisadores e professores que acontecerá em outubro, mas cujos desafios a serem proposto já serão apresentados.

A seleção de palestrantes conta com grandes nomes do cenário nacional e internacional que, segundo a CEO e fundadora do Hacking Rio, Lindália Junqueira, têm como objetivo auxiliar o público a “pensar fora da caixinha” e fomentar ações com foco na construção de um mundo melhor, com mais desenvolvimento social, econômica e menos desigualdades.

“É uma série de palestras para alertar que a retomada econômica já está acontecendo e sobre o que eu chamo de Humanitário, em que cidades inteligentes têm que ter como foco principal o desenvolvimento humano”, enfatizou Lindália.

Para inspirar o público, maioritariamente jovem, o evento contará com nomes que vão desde Gerd Leonard, considerado um dos maiores futuristas do mundo, e a Dra. Dália Kirsch baum, que é cientista da NASA, como o da ativista social carioca Cris dos Prazeres, que é cofundadora do projeto Vai à Web, que oferece curso gratuito de programação a jovens moradores de áreas periféricas dos grandes centros urbanos.

“Vai ter também muita discussão sobre educação e até importantes CEOs falando sobre a criação de novas carreiras no mercado de trabalho mundial”, destacou a fundadora do Hacking Rio.

Lindália ressaltou, também, que a retomada da economia diante da crise global desencadeada pela pandemia do coronavírus será mote das discussões. “A crise não era uma opção e ficar parado também não é”, asseverou.

Todo o conteúdo será transmitido por meio do canal no YouTube do Hacking Rio. Para poder fazer perguntas, interagir com os palestrantes e com o público, é necessário fazer inscrição prévia no site do evento.

A inscrição é gratuita. Porém, há a opção de Ingresso Solidário, em que o participante oferta uma doação financeira para o programa social de empreendedorismo nas comunidades da Júnior Achievement, Instituto Dona de Si, AMEBRAS e Jornada Colaborativa DEVs.

Google critica lei australiana que obriga gigantes da internet a pagar por notícias

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Medida histórica prevê multas milionárias para quem não cumprir a regra e exige transparência a respeito dos algoritmos.

O grupo de tecnologia Google iniciou uma ofensiva contra o plano da Austrália de fazer os gigantes digitais pagar pelas notícias que publicam, alertando os usuários que os seus dados pessoais podem “estar em risco”.

A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso do seu conteúdo, após 18 meses de negociações que terminaram sem acordo.

A medida histórica contempla multas milionárias para quem não cumprir a regra e exige transparência a respeito dos algoritmos, que estas empresas mantêm em sigilo e que utilizam para classificar o conteúdo.

O Google iniciou uma ofensiva para evitar que as medidas entrem em vigor.

O texto adverte ainda que o grupo será obrigado a entregar informações sobre as buscas dos usuários às empresas jornalísticas e fornecer informações que “as ajudarão a aumentar artificialmente a sua classificação” acima de outros mecanismos de busca.

Google alega que já paga milhões de dólares aos meios de comunicação australianos e facilita bilhões de visitas por ano aos sites.

“Porém, ao invés de promover este tipo de associação, a lei dará tratamento especial às grandes empresas jornalísticas e as incentivará a fazer demandas enormes e insanas que poderiam colocar os nossos serviços gratuitos em risco”, completa o texto.

A legislação se concentrará inicialmente no Facebook e Google, dois gigantes do setor, mas eventualmente será aplicada a qualquer plataforma digital.

A proposta australiana desperta interesse em todo o mundo, já que muitos países querem que estas empresas paguem pelas notícias que enriquecem os seus serviços e que obtêm de maneira gratuita.

A imprensa de todo o planeta sofreu os efeitos da economia digital, onde as grandes empresas digitais captam a maior parte da publicidade.

A pandemia de coronavírus agravou a crise econômica e provocou o fechamento de dezenas de jornais australianos.

Ao contrário das tentativas em outros países para obrigar o pagamento das plataformas digitais pelo uso de notícias, a iniciativa australiana se baseia na lei sobre a concorrência, ao invés da regulamentação dos direitos autorais.

Reino Unido exclui Huawei de sua rede 5G após sanções dos EUA contra a chinesa

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Decisão atrasará a implantação do 5G no Reino Unido em até 3 anos e criará custos extras.

O governo britânico anunciou nesta terça-feira (14) a proibição do uso de equipamentos da chinesa Huawei para as suas redes 5G. As empresas de telecomunicação devem suspender a compra de novos equipamentos da marca e remover os já existentes até 2027.

Com a exclusão, a rede de 5G sofrerá um atraso de até 3 anos e um custo extra de até 2 bilhões de libras (13,6 bilhões) no Reino Unido. A decisão marca uma volta atrás do governo britânico, que em janeiro havia concedido à empresa a possibilidade de participar na infraestrutura do 5G no país, ainda que de forma limitada.

O motivo imediato para banir a Huawei é o impacto de novas sanções dos EUA sobre a tecnologia de chips, que Londres diz afetar a capacidade da empresa de se manter como fornecedora confiável no futuro.

O anúncio feito por Oliver Dowden, ministro da Cultura e do Setor Digital, confirmou que a decisão foi tomada pela “incerteza” causada pelas sanções contra a Huawei pelos EUA. Em junho, o primeiro-ministro Boris Johnson havia dito que protegeria a infraestrutura crítica “fornecedores estatais hostis”.

Apesar da remoção dos equipamentos de 5G, as redes de 2G, 3G e 4G, além da banda larga, não deverão ser afetadas e poderão seguir utilizando itens da Huawei. O mesmo vale para a venda de smartphones e tablets, que seguirão permitidos.

China diz que se opõe firmemente às restrições dos EUA sobre a Huawei

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O governo de Donald Trump anunciou nesta quarta-feira (19) que aumentará ainda, mais  as limitações à chinesa.

A China disse nesta quarta-feira (19) que se opõe firmemente à supressão norte-americana da Huawei, depois que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que aumentaria as restrições à empresa.

Durante uma entrevista coletiva, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, pediu aos Estados Unidos que parem de desacreditar as empresas chinesas.

Zhao disse ainda que o governo de Pequim continuará a tomar todas as medidas necessárias para salvaguardar os direitos legítimos das empresas chinesas.

Aumento das restrições

Nesta quarta-feira (19), o governo de Trump anunciou o aumento das restrições à empresa chinesa com o objetivo de cortar o seu acesso a chips disponíveis comercialmente.

As medidas do Departamento de Comércio dos EUA ampliarão as restrições anunciadas em maio com o objetivo de impedir a Huawei de obter semicondutores sem uma licença especial — incluindo chips feitos por empresas estrangeiras que foram desenvolvidos ou produzidos com software, ou tecnologia dos EUA.

O governo também adicionará 38 afiliadas da Huawei em 21 países à lista negra comercial do país, disseram as fontes, elevando o total para 152 afiliadas desde que a Huawei foi adicionada à lista pela primeira vez em maio de 2019.

O secretário de comércio norte-americano, Wilbur Ross, disse à Fox Business que as restrições aos chips desenvolvidos pela Huawei impostas em maio “os levaram a tomar algumas medidas evasivas. Eles estavam passando por terceiros”, disse Ross. “A nova regra deixa claro que qualquer uso de software ou equipamento de produção norte-americana é proibido e requer uma licença.”

A Huawei não comentou imediatamente.

As novas ações, com efeito, imediato, devem impedir as tentativas da empresa de contornar os controles de exportação dos EUA, disse o Departamento de Comércio.

Também confirmou que não irá estender uma licença geral temporária que expirou na sexta-feira para usuários de dispositivos Huawei e provedoras de telefonia. As partes agora devem enviar solicitações de licença para transações previamente autorizadas.

O Departamento está adotando uma autorização permanente limitada para entidades da Huawei para permitir as “pesquisas de segurança em curso, fundamentais para manter a integridade e confiabilidade das redes e equipamentos existentes.”

Dubai sempre esteve na vanguarda da tecnologia

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Em colaboração com os principais fornecedores de tecnologia do mundo, a cidade agora está explorando o aproveitamento eficaz do potencial da Internet das Coisas (IoT). Já o centro de ICT da região, o empreendimento IoT torna Dubai um centro de experimentação digital para grandes empresas de TI e start-ups empreendedores.

Impulsionada pela UAE Vision 2021, Dubai pretende se tornar a capital global da inovação, com pesquisa, ciência e tecnologia formando os pilares de uma economia baseada no conhecimento, altamente produtiva e competitiva. Isso é impulsionado ainda mais por empreendedores em um ambiente favorável aos negócios, onde os setores público e privado formam parcerias eficazes.

Sob a iniciativa Smart City, Dubai já entregou inúmeras implementações, que vão desde sistemas massivos de Internet das Coisas (IoT), análise de dados, blockchains, projetos de hyper loop, impressão 3D inovadora, veículos autônomos e drones, robótica e aplicativos de inteligência artificial.

Todas as entidades governamentais de Dubai têm a tarefa de abraçar a inovação disruptiva como um mantra fundamental das suas operações e de buscar maneiras de incorporar essas metodologias em todos os aspectos do seu trabalho.

A iniciativa 10x – supervisionada pela The Dubai Future Foundation (www.dubaifuture.gov.ae) – visa colocar o emirado uma década à frente de outras cidades em termos de inovação com tecnologias disruptivas. E, em um movimento que visa promover o futuro mais rápido, a Fundação está operando um programa que conecta as empresas mais inovadoras do mundo com as principais entidades governamentais para criar soluções inovadoras para as oportunidades mais emocionantes e desafios urgentes do globo.

Apelidado de ‘Dubai Future Accelerators’, o programa aborda ‘oportunidades do século XXI’, incluindo a aplicação de inteligência artificial; robótica; genómica; impressão 3D; livros-razão distribuídos; biomimética e biotecnologia, bem como novos modelos de negócios e práticas de trabalho. O programa procura identificar maneiras de implantar protótipos e produtos futurísticos dentro do emirado.

Além disso, a plataforma recentemente lançada ‘Dubai Pulse’, por exemplo, é uma iniciativa que verá todos os dados relevantes pertencentes à (cidade) hospedados em uma plataforma única, que oferecerá uma visão em tempo real dos dados e operações da cidade; dados que ajudarão chefes de governo e autoridades a tomar decisões em tempo real e desenvolver iniciativas. Dubai também deve se tornar a primeira cidade a acabar com as transações em papel até 2021, um movimento que é um reflexo do sentimento geral enquanto a cidade se esforça para alcançar a inovação e o avanço tecnológico nos setores público e privado.

A tradução dos princípios da cidade inteligente está se manifestando em infraestrutura digitalmente avançada para impactar positivamente as vidas de residentes e visitantes. De Táxis Aéreos Automatizados (AAT), sistemas de entrega de drones e instalação de WiFi grátis em toda a cidade a sinais inteligentes de pedestres e scanners biométricos equipados com mais de 80 câmeras no Aeroporto de Dubai. No total, 545 serviços e iniciativas inteligentes atuais e planejados serão entregues até 2021.

Ficando cada vez mais inteligente

Dubai é continuamente pioneiro em iniciativas de Governo Inteligente com serviços online para empresas e indivíduos. O Departamento de Governo Inteligente de Dubai gerência o site oficial do emirado (www.dsg.gov.ae), que agrega mais de 2,000 serviços diferentes para cidadãos, residentes, empresas e visitantes.

Os Essencial Smart e Serviços oferecidos incluem:

  • Pagamento – para liquidar com segurança as taxas de serviço do governo on-line 24 horas por, 7 dias por semana. Sugerir – um sistema centralizado de sugestões
  • Abastecimento – o canal online oficial para interação com compradores governamentais
  • Reclame – um sistema de reclamações unificado.

mPay – portal de pagamento móvel do Dubai Smart Governamental

Dica como melhores estratégias que pode usar para atrair utilizadores

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Algumas das melhores estratégias que você pode usar para atrair utilizadores até o seu site e melhorar a visibilidade das suas páginas podem ser encontradas no Google Search Console. Destacamos cinco maneiras de aproveitar as ferramentas abaixo e melhorar a visibilidade do conteúdo que você se esforçou tanto para criar.

1. Passo Envie todas as suas páginas para o índice do Google gratuitamente.

Ao usar o Google Search Console para enviar o seu URL, você ajuda o rastreador da Web do Google a fazer um trabalho mais completo e eficiente no rastreamento do seu site. O Search Console permite que você envie todas as suas páginas para o índice do Google. Ele é especialmente útil para garantir que tenhamos conhecimento de todos os URL gerados de forma dinâmica ou páginas que não estão vinculados de maneira adequada no seu site. Lembre-se: enviar uma página para o índice não garante a inclusão dela nem influência o PageRank. Isso também não substitui a criação de um conteúdo interessante e útil.

2. Passo Saiba como o Google vê o seu site.

Depois de verificar se temos acesso ao seu site, você poderá ver as palavras comuns que são vistas pelo Google e usadas para vinculação às suas páginas. Assim, é possível conferir as tendências no conteúdo do site e entender a sua classificação para determinadas palavras-chave.

3.passo Descubra possíveis problemas.

Se você estiveres a enfrentando problemas para acessar o seu site ou páginas específicas e o motivo. Se não for possível rastrear uma página, não poderás indexá-la. Por isso, a correção dos erros listados ajuda a melhorar a sua cobertura geral. Se algumas das suas páginas bloquearem o MediaPartners-Google (o Rastreador do AdSense), você poderá usar a ferramenta de análise robots.txt do Google Search Console para testar alterações nesse arquivo e garantir que elas permitam o acesso do rastreador. Também é possível ver as páginas que você está bloqueando de outros ‘bots’ do Google. Com isso, você testa as alterações para ver como elas afetariam o rastreamento do seu site.

4. Descubra quais consultas impulsionam o tráfego do seu site.

Com o Google Search Console, é possível saber quais consultas do Google criaram taxas de cliques para o seu site e qual foi sua posição nos resultados de pesquisa dessa consulta. Também é possível visualizar dados de países e propriedades individuais. Por exemplo, você pode ver as consultas de usuários que pesquisaram a Imagens do Google nos Estados Unidos e que retornaram o seu site nos resultados. Você verá somente as propriedades e os países para os quais o seu site possui dados.

5. se o seu site for inscluido.

Se o seu site desapareceu dos resultados de pesquisa, leia as diretrizes de qualidade do Google. Depois, corrija todos os problemas do site e solicite uma nova inclusão da sua conta do Google Search Console. Lembre-se de que o formulário de solicitação de nova inclusão está disponível somente para pessoas que usam o Google Search Console.